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O Palácio do Beau Séjour foi mandado construir pela Viscondessa da Regaleira em 1849, na Quinta Campainhas. Adquirida posteriormente pelo Barão da Glória, sofreu algumas modificações, tendo sido a fachada do Palácio revestida a azulejo e o jardim aumentado. Por sua morte, os seus sobrinhos e herdeiros encetam uma profunda remodelação dos interiores, contratando para a empreender os irmãos Bordalo Pinheiro, Maria Augusta, Rafael e Columbano, e o decorador Francisco Vilaça.
A Quinta das Campainhas foi legada à família Dias de Almeida, que a vende aos Maristas por volta da década de 70 do século passado. No Palácio funcionaram os serviços administrativos do Colégio. O Palácio e o jardim passam para a posse da Câmara, que os restaura, sendo hoje possível admirar o famoso teto do Salão Dourado, uma tela pintada por Columbano Bordalo Pinheiro intitulada «O Carnaval de Veneza», o lavatório ornamental de Rafael Bordalo Pinheiro, e o teto da Galeria de Pintura pintado por Francisco Vilaça, entre outros pormenores decorativos de interesse.
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10:00 às 17:00
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É necessário efetuar marcação prévia por e-mail: geo@cm-lisboa.pt
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Um exemplo do "Jardim Biscoito", uma composição caraterística do romantismo. Vegetação exótica (pretensamente selvagem), jogos de luz / sombra conseguidos pelo contraste entre a densa vegetação e clareiras, criação de diferentes ambientes através da utilização de vários elementos, como, por exemplo, lagos, ilhotas, coretos, tanques ou caramanchões.
O palácio e jardins terão sido mandados construir pela Viscondessa da Regaleira por volta de 1849. Mais tarde foram vendidos ao Barão da Glória, e, em 1876, o palácio foi herdado por uns sobrinhos do Barão que o mandaram redecorar, convidando para o efeito alguns dos melhores artistas da época: os irmãos Bordalo Pinheiro - Maria Augusta, Columbano e Rafael, os irmãos Meira e o grande decorador Francisco Vilaça.
Conservando ainda hoje muitas dessas obras (agora recuperadas), o Palácio e os jardins assumem-se como um verdadeiro museu da época romântica. Ali instalado desde 1992, o Gabinete de Estudos Olisiponenses ocupa o espaço do palácio e dos jardins.
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Quinta adquirida em 1849 pela viscondessa da Regaleira que aí edificou uma casa de veraneio ao gosto romântico. Ainda no século XIX foi vendida ao barão da Glória, António José Leite de Guimarães que fizera fortuna no Brasil. Após a sua morte, a quinta foi herdada por dois sobrinhos, José Leite de Guimarães e Maria da Glória Leite, que empreendeu diversas obras de embelezamento. São deste período as pinturas que ornamentam as diversas salas, da autoria de Francisco Vilaça e dos irmãos Bordalo Pinheiro.
O conjunto foi adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa e aí funciona, atualmente, o Gabinete de Estudos Olisiponenses.
A Quinta do Beau Séjour, também denominada Quinta das Campainhas está classificada como Monumento de Interesse Público.
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O Gabinete de Estudos Olisiponenses (GEO) é uma instituição municipal de Lisboa dedicada à investigação, preservação e divulgação da história da cidade. Criado em 1938 e integrado na estrutura da Câmara Municipal de Lisboa, o GEO reúne, organiza e disponibiliza um vasto acervo documental, iconográfico e bibliográfico sobre a capital portuguesa. O seu principal objetivo é promover o estudo da evolução urbana, social, cultural e arquitetónica de Lisboa, apoiando investigadores, estudantes e cidadãos interessados no património lisboeta.
Conserva, trata e disponibiliza coleções e fundos documentais de várias proveniências, destacando-se a coleção Vieira da Silva, reunida por este olisipógrafo e na posse da CML. Para além desta coleção, constam do seu espólio outros fundos, parte reunidos por Olisipógrafos como Pastor de Macedo, Gustavo de Matos Sequeira e Alberto MacBride, ou adquiridos pela CML. Conserva a coleção Duarte Pacheco, oferecida à CML pela família, composta por monografias, fotografias, plantas e mais documentação. Disponibiliza uma importante coleção de cartografia histórica, bem como uma coleção de monografias sobre a Cidade.
Serviços disponíveis
Consulta de livros e documentos
Salas de leitura
Apoio à Pesquisa (orientação especializada para investigadores, estudantes e cidadãos interessados na história de Lisboa)
Atividades educativas e culturais (palestras, workshops, seminários, apresentação de livros, entre outros)
Exposições temporárias
Jardim