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Sobre o ponto de interesse
A Estufa Fria de Lisboa é um espaço verde único no coração da cidade de Lisboa!
Insere-se no Parque Eduardo VII e num corredor verde da cidade - Corredor Verde de Monsanto - sendo um equipamento singular no país, com uma importante coleção botânica e com objetos arquitetónicos e de estatuária com valor patrimonial.
Tem uma área de 11.500m2 que se divide em 3 zonas distintas - estufa fria, estufa quente e estufa doce. Integra um Centro Interpretativo que acolhe exposições e atividades alusivas à botânica e à estrutura verde da cidade.
Na Estufa Fria de Lisboa pode descobrir mais de 300 espécies originárias dos vários continentes. Aqui pode encontrar uma coleção única de fetos, incluindo fetos arbóreos, como as diferentes espécies dos géneros Cyathea e Dicksonia.
Encontra vários cultivares, de Camellia japonica, entre os quais alguns criados em viveiros nacionais, e cultivares de azáleas como o Rdododendron mucronatum. Ao percorrer os caminhos da Estufa Fria de Lisboa encontra também várias espécies de brincos-de-princesa e de begónias. Encontra ainda a Ceratozamia mexicana cuja população, a nível mundial, está em diminuição e o Taxus baccata, também conhecido por teixo, uma espécie nativa em Portugal continental, que está classificado como "Em Perigo" na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental.
A Estufa Fria de Lisboa tem como missão assumir-se como um espaço de lazer e de cultura, de interesse turístico e como um recurso educativo privilegiado, na cidade, para a promoção do valor das plantas, com vista à adoção de comportamentos promotores da conservação da biodiversidade, numa estratégia de sustentabilidade.
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Sobre o ponto de interesse
Nos anos 40 do Século XX aquando da reestruturação do Parque Eduardo VII, por Keil do Amaral, a Estufa Fria de Lisboa ganha novas estruturas: o pórtico da entrada e o lago exterior. O arquiteto Keil do Amaral teve também um papel assinalável na criação e renovação de vários parques e jardins de Lisboa.